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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Sim, headhunters avaliam foto do perfil dos candidatos no facebook


Não é novidade que as empresas levam em consideração o perfil dos candidatos nas
redes sociais. Mas pra quem pensa álbuns e informações restritas evitam  as avaliações,
Sérgio Sabino, diretor da Michael Page, mostra que é possível tirar algumas conclusões
apenas com a foto escolhida para o perfil. Neste vídeo ele dá dicas pra você escolher
a sua.

Projeto de intercâmbio é feito especificamente para o Recife

O British Council, Porto Digital e a Watershed firmaram uma parceria para promover intercâmbio envolvendo tecnologia e economia criativa. O  Playable City foi desenhado especificamente para o Recife pensando na vocação da cidade para tecnologia e para arte.

Malware que usa câmera e GPS para rastrear pessoas


O Place Raider foi criado para ser usado pelo exército. Ele é capaz de capturar fotos com a câmera do celular de forma silenciosa, além de marcar o horário e a localização quase exatos do Smartphone usando seu GPS, acelerômetro e giroscópio. Os dados são encaminhados a um servidor central e combinados para montar um modelo 3D do local onde o aparelho se encontra. O software ainda é capaz de obter dados financeiros, códigos de barras e fazer leitura de QR Codes controlando o celular à distância.

HD com 6TB já é realidade graças à TDK.

Após bater um difícil recorde, a TDK chegou à marca de 1,5bit/polegada, tornando possível a viabilidade industrial de discos rígidos magnéticos de 6TB. Esta marca foi alcançada com a utilização de cabeças de gravação e leitura dotadas de tecnologias mais refinadas na hora de escrever ou ler dados do disco.

Quando a Nuvem Privada é uma boa opção.

Cloud Computing costuma ser usado para criação de nuvens públicas, mas existe também a opção de criar uma nuvem privada. Esta opção é altamente considerada em empresas que já tem grandes políticas de segurança e são limitadas pelas regulações de suas estratégias de negócios.




Quando falamos em nuvem privada, e principalmente do gasto da mesma, entendemos que ela gera normalmente o mesmo valor que uma pública. Entretanto, é possível, ao optar pela privada, otimizar de forma relevante esses gastos operacionais, pois os processos de automatização, virtualização, padronização e self-service minimizam de forma radical os altos custos com suporte.
Na verdade, ao rasurar uma estratégia de adoção de private cloud, a empresa deve definir como parâmetros de benchmarking não mais os data centers de empresas do seu setor, mas os data centers das empresas oriundas do mundo de cloud hosting com  Os resultados obtidos podem ser muito impressionantes, como redução do time-to-deployment dos seus novos sistemas de semanas para horas ou minutos, exageros a parte isso é apenas uma média, é claro.
Ter seu próprio private cloud é sim uma boa idéia. Mas é válido para todas as empresas? As empresas com data centers pequenos não conseguem obter ganhos de escala suficientes para gerar uma relação custo x benefício ideal para construir e operar nuvens privadas. Isso é muito complexo. A solução para elas, é migrar para nuvens privadas alocadas em empresas de cloud hosting que possuem data centers robustos e know how em virtualização.
Para finalizar, é bom lembrar que o ambiente de cloud é muito flexível, não precisando ser tudo em nuvem privada ou tudo em nuvem pública. Podemos usar as nuvens híbridas, atendendo parte das demandas computacionais da empresa em nuvens privadas e parte em nuvens públicas. Por exemplo: um cenário complexo com uma private cloud usada como bd server (onde a o projeto é mais crítico) e outras public clouds usadas como web servers e application servers.

Empreendedorismo: quanto tempo você precisa para ter sucesso?

Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior. E, o mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. (Steve Jobs)
Me conte, quantos sonhos, ideias ou projetos você realizou esse ano? Olhe que não estou falando de lista de promessas de ano novo. Quero saber daquelas sua ideias que você iniciou, aquele negócio que era para ser infalível e os planos mirabolantes que você não desistiu. Quantos? Eu tenho um colega que me diz “ideias, tenho várias, preciso apenas de alguns clones para realizar todas”. Se formos pensar em números, tentar quantificar ou medir esses dados, meu palpite, lembrando que tenho mais de mil ideias por dia e que 90% dos negócios morrem no primeiro ano, seria:
  • A cada dia surge uma outra ideia mais mirabolante que vou acumulando. Acontece praticamente todos os dias;
  • De cada 100 ideias que levo a sério e penso por mais de um dia, coloco em prática menos que 20;
  • Dessas 20 que inicio, continuo por mais de um mês umas cinco e devo concluir mesmo apenas uma;
  • E essa, bem feita, mas nada genial, nem de perto foi um sucesso.
A verdade é que preciso de muito mais tempo, esforço e sorte para fazer algo ser um sucesso. Diria até que preciso de muitas e muitas tentativas para aquele genial ser realmente mágico. Pelo menos umas 100 bem concluídas para uma ser algo acima da média. E você sabe, acima da média, da minha média pelo menos, precisa tempo, melhoria, ajuste, erro, tudo arrastado com muita persistência até o genial chegar. E em todo esse bla bla bla o que me interessa não é o sucesso, mas sim como fazer. Afinal, o que precisa para sermos uma máquina de sucesso? Como nosso negócio sai do mimimi e vira um “wow, você viu isso?!”.
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Crédtio da imagem: Pond5

A primeira barreira: o tempo

Você conhece a Basílica de São Pedro, em Roma? A Monalisa, a Capela Sistina ou o Facebook? Sabia que o Leonardo da Vinci levou 93 dias para pintar a Monalisa? Mas achou que seu trabalho não estava bom o suficiente, o que o fez trabalhar por mais quatro anos até assumir que, embora perfeito, para ele não estava acabado. E sabia que Michelangelo, depois de muito subir e descer, precisou de quatro longos anos para completar a pintura da Capela Sistina?
Quer outro exemplo? Sabia o Monte Rushmore (aquele com o rosto dos primeiros presidentes dos EUA), precisou de 15 anos para ficar pronto? E desconfia que a Basílica de São Pedro, tão majestosa, precisou de 120 anos para ser construída? Até o Cristo Redentor, ele mesmo, foram mais de cinco anos de trabalho para ficar pronto.
Tempo, tempo e mais tempo. E isso não é um privilégio apenas para essas genialidades. O Facebook, por exemplo, você sabia sabia que foi fundado em fevereiro de 2004 e que você precisou de pelo menos quatro anos e dezenas de milhões de dólares para saber que ele existia? Na teoria as coisas até parecem fáceis, mas para se ter algo genial, é preciso tempo… Seja antes de iniciar, durante ou mesmo depois. Precisamos de tempo, tempo e mais tempo.

Você conhece o melhor do mundo?

Um livro simples e genial chamado “O melhor do mundo”, de Seth Godin, aborda um ponto simples fundamental para qualquer negócio quando o assunto é tempo x sucesso. Seth Godin nos mostra um vazio, um gap que chama de espaço de tempo - entre uma ideia genial e todo o entusiamo – até a mesma virar um boom de sucesso. Isso mesmo, uma curva, como se fosse um sorriso que inicia com a energia da ideia, vai caindo com o tempo, até voltar a subir com esforço, qualidade e melhoria, para então virar um sucesso.
Esse gap é tão interessante que o autor o apresenta não como algo ruim, mas sim como a barreira que divide o comum do genial. Aqui é o que faz o raro, o incomum, o sucesso. Basicamente onde todos desistem e os poucos que ficam competem para ser um verdadeiro sucesso. Essa curva vai desde aquele seu plano para ter uma barriguinha tanquinho, ir a academia e desistir depois de um mês. A regra é a mesma da academia, passando pelo seu trabalho, sonhos ou mesmo novo negócio. Isso é o que separa o comum dos melhores do mundo.
Por isso, seja quem você for, seja qual o negócio, projeto ou sonho, a curva vai te pegar. E nessa hora, você é quem vai decidir se ela é uma barreira mortal que vai fazer você desistir, ou se será uma motivação, enquanto sabe que se outros param, você persiste. Eu digo persiste, persiste e persiste…

A dura e cruel seleção natural

Para os mais racionais, outro livro superbacana sobre o assunto é “Freakonomics”, que para quem já leu é um presente de como o sucesso se esconde atrás dos números. E não me refiro a investimento, mas sim seleção natural de Darwin. Isso mesmo. O sucesso depende invariavelmente da quantidade de pessoas que tentam alcançar um objetivo. Um número absurdo de competidores, que entre iniciantes, amadores e profissionais, contam com preparação, empenho e sorte para serem os vencedores. Cada um com suas qualidades, que somadas ao momento e percurso, terão um score, o qual vai decidir quem sairá vencedor.
Quer um exemplo? Quem será o próximo vencedor da maratona de Boston? O atual campeão, um jovem entusiasmado que acaba de iniciar sua carreira ou um azarão que nesse dia está com seu amuleto da sorte? Seja qual for, ao final vamos ter apenas um e a verdade é que a sorte pouco tem a ver com isso.
Em 1974, Bill Rogers disputou a sua primeira maratona em Boston. Sabe qual o resultado? Ele não conseguiu completar o percurso. Agora responda, como você poderia prever que esse mesmo Bill correria novamente a maratona em 1974 e que dessa vez perderia novamente, porém completando a prova em décimo quarto. E quem poderia prever que Boston Billy voltaria em 1975 para vencer, iniciando uma séria de quatro títulos e uma lenda no hall da fama das maratonas com mais de 22 vitórias em competições no mundo?
Se você tivesse a chance de perguntar para Bill Rogers o que ele fez para evoluir, para mudar, certamente vai encontrar inúmeras variáveis como treinamento, novas técnicas, resistência e performance, mas a verdade é que Bill venceu principalmente por que continuou. Bill não parou. Ele continuou, melhorou e venceu.
Estou falando de um score estatístico que soma preparação pessoal, o sonho de ser campeão com a sua persistência de continuar. Um score melhorado ano a ano até chegar o momento de você ser o campeão, o gênio, o melhor do mundo. O momento da sorte olhar parar você e dizer que hoje seu score é o vencedor. E essa seleção acontece no esporte, no trabalho, na empresa ou até na luta evolutiva das espécies descrita por Darwin. Essa regra é a mesma para todos. O melhor score vai vencer e ponto final. A sorte vai influenciar, sim, tão quanto o milk shake que você tomou ontem influencia, mas o que interessa é o score final.

Aprendendo a melhorar

Antes que você desista do seu sonho, seja pego pelo gap ou morto pela seleção natural, uma boa notícia: se você quiser, mas de verdade, ela vai acontecer. E essa é a melhor parte. Lembre-se que no início escrevi que meu objetivo não era falar do sucesso, mas sim do processo? Não de quem, mas como chegar. Pois então, o sonho, a persistência e o sucesso, para quem quer vencer, é uma questão de tempo. E somente isso. Basta ter consciência, empenho e se preparar a cada ano para o aleatório abrir a porta. E não estou falando de sorte, estou falando de outra coisa. Você sabe o que é melhoria contínua?
Quem conhece gestão pela qualidade sabe do que falo. Daquelas incontáveis horas, noites, dúvidas que você teve, passou e venceu para estar aonde está. Seja na faculdade, desafios do trabalho ou aquela conquista somente sua. Quando o tempo se uniu com a persistência, o errar virou o pai do acertar e quando o melhorar se transforma em uma rotina diária esperando estar pronto para ser grande negócio. Tempo, isso mesmo, aquele que antes te derrubava no gap, agora faz as pazes e vira seu melhor amigo. Um cara paciente e sempre presente para te dar a oportunidade que precisa para melhorar. E pode anotar horas, dias e meses, pois ele vai te dar e você vai precisar.
A cada dia você vai ter ideias, vai tentar, vai aprender e vai melhorar. Vai criar um método pessoal, vai até estudar e aprender sobre gestão pela qualidade. Seja como for, serão horas e mais horas que te transformam. Será essa a diferença entre o muito e o pouco. Entre os que vencem e os que param. Entre você e a grande maioria que desiste. Tudo a seu tempo. Um passo por vez, fazendo do seu sonho o melhor do mundo.
E para quem curtiu, agora é sua vez de contar do seu caso, opinar ou sugerir algo. Participe e vamos tornar isso mais interessante. Vamos conversar! Tudo a seu tempo. Um passo por vez, cada dia um pouco melhor. Afinal, de quanto tempo você precisa?

4 coisas que você aprende com o tempo ao ser blogueiro

Ter a oportunidade de gerenciar um blog é uma das experiências mais gratificantes na área de comunicação digital. Administrar uma mídia, produzindo seu próprio conteúdo, gerando leitores, contatos valiosos, rendimentos financeiros e, principalmente, uma melhor estruturação para o próprio profissional que gerencia tal blog são apenas alguns dos itens que tornam essa mídia uma das ferramentas mais fascinantes e completas da web.
Com o tempo você adquire até mesmo novas noções de tempo e gerencimaneto de algum projeto. Aprende sobre empreendedorismo, aprofunda-se em um tema que já possui certa familiaridade e ganha alguns recursos extras, como melhora na escrita, na qualidade editorial e até mesmo alguns itens como SEO e design com o tempo. Abaixo listei alguns fatores que é possível aprender com a administração de um blog depois de um certo período de atuação:

1. Você vira uma especialista, quer queira quer não

Você, por ter que publicar um novo post todos os dias, acaba virando um especialsita no assunto. É claro que essa especialidade possui diferetes níveis, mas você adquire conhecimentos que muitas vezes são superiores a muitos outros profisisonais que não conseguiram dedicar tanto tempo ao “estudo” com você. Sim, com um blog você precisa estudar constantemente para realizar um trabalho cada vez mais interessante e aprofundado, conforme, é claro, o tema que você aborda.

2. Você melhora sua leitura e, consequentemente, sua escrita

Já que você sempre tem que estar atenado com o que acontece no universo do seu blog, acompanhar muitos sites, portais e blogs estrageiros e nacionais faz com que você apure seu sentido de estudo, consequentemente fazendo com que você leia muita e, de quebra, melhore sua escrita. Quanto mais você lê e escreve melhor você irá ler e melhor você irá escrever. É um processo evolutivo. Quanto mais tempo você se dedicar a algo, mais habilidades você irá conquistar e melhores serão os seus resultados.

3. Você aprende a ser multidisciplinar

Se você trabalha com jornalismo ou assessoria de imprensa, por exemplo, o quesito leitura talvez venha de berço. Porém técnicas de SEO, um olhar mais detalhado no Google Analytics ou conhecimentos em webdesign acabam sendo adquiridos com o tempo. Você não vira um profissional extremamente qualificado como aqueles que são formados nessas áreas, mas consegue ter uma visão muito mais profunda se comparada com aquela do início do blog.

4. Você aprende a ser um empreendedor

Ter contatos com agências, outros blogueiros, empresas anunciantes, vender algum e-book próprio, realizar promoções, investir em publicidade do blog e ter a consciência de que o blog precisa seguir seus passos de maneira independente em um dado momento obriga o blogueiro a ter mínimas noções de empreendedorismo. Afinal, o blog é o primeiro negócio de muitos profissionais, e saber o que oferecer ao cliente (e como atraí-los) é premissa básica a todo empreendedor digital.

Crie um blog para ganhar credibilidade profissional, não dinheiro

Geralmente quando alguém cria um blog  já pensa, antes mesmo do conteúdo, em como ganhar dinheiro com ele. Converter tráfego em dinheiro no bolso pode render até mesmo uma profissão, porém não deve ser o seu objetivo – pelo menos não o único – ao criar um blog. Crie um blog para gerar status profissional, gerar credibilidade, agregar valor à sua imagem pessoal e, principalmente, construir um network bem estruturado que renda todos os itens anteriores e, de quebra, dê uma visibilidade bacana ao seu currículo.
Currículo? Sim, currículo. Um blog que contém informações interessantes vai, ao longo do tempo, conquistanto mais e mais leitores. Quando você atinge um número significativo de posts, leitores e meses de vida, por que não incluí-lo como um trabalho profissional em seu currículo? Administrar um blog não é nada fácil e requer uma atenção redobrada quando o assunto é qualidade.
Crie um blog para ser enxergado pelo mercado, não apenas visto. Um blog feito única e exclusivamente para gerar rendimentos pode ser até interessante, mas não deve ser o primeiro objetivo ao começar a investir nesse canal. Um blog pode abrir portas para futuros contatos profissionais ou, quem sabe, render um patrocínio ou um investimento de alguma empresa. Porém para alguma empresa chegar até você (até você e não até o seu blog) ela precisa saber que você existe.
Como isso pode ser feito? Simples. Use boa dose de bom sendo e usa as redes sociais lado a lado com o blog e de maneira profissional. Quando mais reputação você construir, mas credibilidade terá como profissional e mais atenção o mercado irá lhe dar. Dá para construir bons relacionamentos profissionais só com os contatos que você vai criando no dia a dia do gerenciamento do seu blog.

4 hábitos essenciais para uma escrita mais eficaz que todo blogueiro deve seguir

Há muito tempo se fala que o conteúdo é rei e ele realmente é. Mas, de dois anos pra cá, ele se tornou o supremo rei do continente. Ficou mais importante do que nunca e cada vez mais sendo necessário seu aprimoramento e personalização. Quer se destacar na web? Escreva, produza, faça vídeos, imagens e muitos textos. Cada vez mais curtos, rápidos e com ideias seguras e diretas. Essa é a fórmula de sucesso da web atual.
Bom, mas isso você que é blogueiro, produtor de conteúdo e até gestor de marketing, já devem ter lido em muitos outros blogs e sites. Agora, como podemos criar hábitos para que possamos escrever toda semana ou todos os dias de forma eficaz? Aqui vai alguns dicas simples desse cidadão que voz fala e que adora conteúdo. Confira:
4 hábitos essenciais para uma escrita mais eficaz que todo blogueiro deve seguir
Tempo: não adianta acreditar que você vai escrever a qualquer momento. Uma grande mentira que contamos para nós mesmos é algo do tipo “não preciso anotar isso, quando der tempo eu faço”. Isso nunca deu certo e nunca dará. Anote e faça no tempo determinado. Por isso, separe uma parte do seu dia para isso. Pode ser de manhã, a tarde ou a noite. Eu prefiro de manhã pois a ideias estão mais frescas na mente, as notícias na web estão atualizadas e é possível ter bons insights. Então, escolha um determinado período do seu dia ou da sua semana, mas separe isso em sua agenda.
Tempo 2: separou o dia e período? Muito bom. Agora determine em quanto tempo você vai produzir esse conteúdo. Eu começo por ler meus feeds, acessar minha redes sociais, ver portais de notícias e os blogs que mais gosto. Em seguida, anoto todas as ideias que venho tendo com relação ao que posso e quero compartilhar em um post, vídeo ou imagem. Depois de tudo isso – que leva uns 40 minutos – separo meia hora para escrever um post. Resumindo, eu levo em média 1 hora ou 1 hora e meia e faço isso sempre às quartas e sextas-feiras.
Local: não adianta achar que você vai escrever bons posts no café da manhã, naquela loucura de uma manhã de quarta-feira. Separe seu espaço para que você possa se acostumar com ele e criar um hábito de uso daquele local somente para sua escrita. Use uma cadeira confortável, uma mesa que lhe agrade e um bom computador. Não vá escrever na beira da cama ou em qualquer lugar desconfortável, pois com o tempo não vai lhe agradar mais.
No dia-a-dia, anote: está conversando com um amigo e surgiu uma ideia bacana? Anote para que você possa escrever depois sobre isso. É simples: anote no bloco de notas do seu celular. Por exemplo, o post sobre mais clientes versus atendimento nasceu de um bate-papo entre eu e meu sócio, Beto Tercette. Crie o hábito de anotar todas as ideias, pois quando for escrever algo você terá uma lista enorme de ideias e então é só escrever.
Existem muitas outras dicas que eu poderia dar para uma boa escrita, mas essas são essenciais para um começo e para que você possa criar o hábito de escrever. O hábito é algo necessário para o sucesso e melhoria. Afinal, quando treinamos nos aprimoramos. Na escrita não é diferente.